que serpenteiam entre as pinceladas da aquarela ante a água suja dos pincéis.
nas costas riscadas que seguem o azul do oceano
até o outro lado
em que é plantada a dor de um sorriso que nasce e quer viver para sempre.
carimbados no salto repentino, porém já esperado
em uma noite escura e sozinha
e só desbotada pois é necessário dormir
E
Quem sabe
sonhar e acordar com a Lua Cheia e o pincel entre os dedos a matar:
findar o belo e assim brindar harmonia
na violência.